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    António Tavares Teles

    Nasceu em 1942, no Pinhão (Alto-Douro), mas logo aos dez anos, após ter feito, na sua aldeia natal, a Escola Primária, foi estudar para o Porto, onde frequentou os três primeiros anos de Liceu, cujo curso concluiu, em 1959, em Vila Real de Trás-os-Montes. Dando assim início a um longo périplo que passou, na Universidade, por Lisboa e Coimbra, para prosseguir em Lourenço Marques, hoje Maputo (já como jornalista, na “Tribuna”), tendo vivido em seguida um amplo período de exílio em Paris, Bruxelas, Rio de Janeiro e, de novo, Bruxelas, onde o foi “encontrar” o 25 de Abril. Tendo, por isso mesmo, ainda em 1974, regressado a Portugal. Solicitado para a Televisão e a Rádio, aliás por dois Álvaros – Guerra e Belo Marques, respectivamente – acabou por ser “desviado” (pelo então director-geral da Informação, comandante Montez) para o Ministério da Comunicação Social, com o fim de dirigir um Serviço no Ministério da Comunicação Social que, apesar da atribulada época política que então se viveu, com muitos altos e baixos manteve, até que uma lei (de Cavaco Silva) lhe permitiu abandonar a Função Pública. Para, a partir daí, se dedicar de forma permanente a uma intensa colaboração na Imprensa, na Rádio e na Televisão. Afastado contudo, desde o início de 2009, dessas “lides”, dedica-se hoje à escrita de alguns livros (uns relacionados com o futebol, outros não), ao mesmo tempo que gere uma Galeria de pintura no Algarve. Algarve para onde, cansado de Lisboa, suas tricas e (é preciso dizê-lo) seu caótico trânsito, se mudou há já quase doze anos. O mesmo Algarve no qual, após algumas conversas com Filipe Soares Franco, este livro foi programado, preparado e escrito.

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